• Categoria: Literatura Nacional
  • 24 janeiro 2016

    Dica de Leitura: O Poder Judiciário no Regime Militar

    Leitura Concluída em 19 de janeiro de 2016

    Ficha Técnica

    Obra: O Poder Judiciário no Regime Militar (1964-1985)

    Autores: Vladimir Passos de Freitas, Ivy Sabina Ribeiro de Morais e Thanmara Espínola Amaral

    Editora: Simplíssimo (Ebooks)

    Ano: 2012

    ISBN: 9788563654960

    Avaliação: 








    Sinopse

         Este livro ilustra, de forma inédita, a influência que o Regime Militar, ocorrido entre os anos de 1964 e 1985, exerceu sobre os Tribunais, o Poder Judiciário e os Operadores do Direito. Nesta época, a atuação do Poder Executivo limitava a competência do Judiciário e do Legislativo. Por esta razão, a atuação jurisdicional passou a ser em muitos aspectos, submissa às ordens dos militares e aos Atos Institucionais.


    Sobre o autor

         Vladimir Passos de Freitas formou-se na Faculdade Católica de Direito de Santos, em 1968. Após estágios e exercício de advocacia, foi aprovado em concurso para Delegado da Polícia Federal em 1969. Ingressou no Ministério Público do Paraná em julho de 1970 e no de São Paulo em dezembro do mesmo ano. Foi Promotor de Justiça até março de 1980 quando, aprovado em concurso público nacional, assumiu como Juiz Federal, em Porto Alegre, RS. Atuou como titular na capital gaúcha e em Curitiba, PR, e por designação em São Paulo, Florianópolis, Campo Grande, Cuiabá, Foz do Iguaçu e Londrina. Em agosto de 1991 foi promovido ao Tribunal Regional Federal da 4ª. Região, com sede em Porto Alegre,RS, onde participou de três bancas de concurso, foi Diretor da Revista, Corregedor-Geral e Presidente. Aposentou-se no dia 3 de maio de 2006.
         Atualmente, no seu rol de prioridades está a vida acadêmica, ministrar aulas, palestras, promover grupos de estudos na área do Direito Ambiental e do Sistema Judiciário, dar consultoria na área do Direito Ambiental, escrever obras jurídicas e promover estudos para o aperfeiçoamento do Poder Judiciário brasileiro, através da ONG recentemente fundada, da qual foi eleito Presidente, denominada “Instituto Brasileiro de Estudos do Sistema Judiciário – IBRAJUS”, com sede em Curitiba, PR.

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    Resenha e opinião

         "O Poder Judiciário no Regime Militar" é um livro extraído e adaptado de trabalhos apresentados em Projeto de Iniciação Científica, em 2010, na PUC/PR, sob orientação do professor doutor Vladimir Passos de Freitas e participação das acadêmicas de Direito Ivy Sabina Ribeiro de Morais e Thanmara Espínola Amaral.

         A obra aborda como foi o Regime Militar no Brasil, entre 1964 e 1985, versando especialmente acerca das informações referentes ao Poder Judiciário da época, apresentando o contexto histórico através de diferentes opiniões, por meio de entrevistas com personalidades do meio jurídico, indicações de filmes relacionados ao assunto e amostras de jornais da época.

         "O Poder Judiciário no Regime Militar" é uma obra reveladora e esclarecedora, sendo leitura essencial para curiosos, estudantes e estudiosos!



    → Livro disponível gratuitamente em formato epub em ITunes | Google Play


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    13 janeiro 2016

    Dica de Leitura: Pseudônimo Mr. Queen - Loraine Pivatto

    Leitura Concluída em 12 de janeiro de 2015

    Ficha Técnica

    Obra: Pseudônimo Mr. Queen

    Autor: Loraine Pivatto

    Produção Independente

    Ano: 2015

    Número de Páginas: 404

    Avaliação:





    Sinopse

    O ano é 2012,
    Dia 21 de dezembro,
    E a temida profecia maia acaba de se cumprir.
    Cidades devastadas,
    Ruas vazias,
    A população mundial bruscamente reduzida,
    E a história dos sobreviventes começa a ser contada.
    Os escolhidos iniciam um novo mundo, baseado nas novas regras passadas através dos sonhos.
    Agora serão 2 vidas:
    A primeira até os 70 anos,
    A segunda, a partir dos 20 e até os 100.
    150 anos no total.
    Nenhum segundo a mais.
    A nova sociedade começa a surgir:
    Sem desigualdade,
    Sem dinheiro,
    Sem doenças,
    Sem possibilidade de mortes prematuras,
    Exceto por uma maneira.
    Uma única maneira de morrer, mas que não pode ser revelada.
    Um segredo que precisa ser guardado.
    Para salvar a sociedade de si mesma.


    Sobre a autora

         Loraine Pivatto é  gaúcha, nasceu e vive em Porto Alegre. Graduada em Informática pela PUCRS e pós-graduada em Análise de Sistemas nesta mesma Universidade, trabalha há mais de dez anos na área de Tecnologia da Informação, como Administradora de Banco de Dados. Além dos computadores, sempre teve muito interesse pelas formas de expressão artística, em especial a literatura, o cinema e a música. Sua mãe era educadora, e o contato com o seu trabalho lhe despertou desde muito cedo o gosto pela leitura. Além disso, sempre teve um espírito crítico bem aguçado quanto às questões comportamentais. Gosta de escrever e busca inspiração naquilo que observa. "Criar personagens e situações que mexam com os leitores, explorando sentimentos e emoções tão comuns na vida de cada um de nós, como o medo, a insegurança, o ciúme, o amor, a paixão, a solidão, a ansiedade, e tantos outros, além de ser um grande desafio, é uma enorme fonte de prazer para mim."

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    Book Trailer




    Resenha e opinião

         "Pseudônimo Mr. Queen" foi publicado pela autora Loraine Pivatto de forma independente e cedido para leitura através de um booktour da qual estou participando. Caso você, caro leitor, tenha interesse em participar também, basta entrar em contato com a autora através do e-mail lorainepivatto@gmail.com, ou pelo facebook, clicando AQUI. O livro deverá ser lido em um prazo estipulado e, após, deverá ser enviado para o próximo leitor (que será indicado pela autora) pelo correio, com registro.

         A obra narra os acontecimentos que ocorreram após 21 de dezembro de 2012, com a concretização da profecia maia. A história é dividida em três partes, cada uma focada em uma nova geração da família Brandão.

         Regina Brandão, uma mulher de 45 anos de idade, é presidente dos Laboratórios Brandão. Casada com Maurício, ela descobre sua traição e toma uma atitude impensada. Entretanto, após o incidente, ela perde a consciência, e, ao acordar, percebe uma mudança brusca nas circunstâncias. Pessoas e lugares desapareceram inexplicavelmente, e um novo mundo se inicia. Nele não há desigualdade, dinheiro e doenças. Todos os sobreviventes, enquanto inconscientes, tiveram o mesmo sonho, onde as regras da nova sociedade foram expostas.

         Contudo, conforme o tempo passa, as pessoas começam a se aborrecer com a igualdade, iniciando uma busca incessante pelo destaque. É então que surge um sistema de pontuações, onde cada indivíduo recebe pontos baseados em certos aspectos de suas vidas. 

         A trama aborda temas como o comportamento humano, a ganância, a busca pelo reconhecimento, a exaltação das celebridades, bem como retrata o posicionamento de cada indivíduo perante a sociedade. A autora nos apresenta uma obra extremamente criativa, rica em detalhes e repleta de contratempos e situações que vivemos no dia-a-dia, apesar de não nos darmos conta. Os personagens possuem características marcantes, e alguns são surpreendentes em suas atitudes e pensamentos.


    → Mais informações sobre a obra no Skoob.

    16 dezembro 2015

    Dica de Leitura: 1889 - Laurentino Gomes (3º Volume da Trilogia)


    Leitura Concluída em 15 de maio de 2015

    Ficha Técnica

    Obra: 1889

    Autor: Laurentino Gomes

    Editora: Globo Livros

    Ano: 2013

    ISBN: 9788525054463

    Trilogia: Volume #03

    Número de Páginas: 416

    Avaliação: 





    Sinopse

         Nas últimas semanas de 1889, a tripulação de um navio de guerra brasileiro ancorado no porto de Colombo, capital de Ceilão (atual Siri Lanka), foi pega de surpresa pelas notícias alarmantes que chegavam do outro lado do mundo. O Brasil havia se tornado uma república. O império brasileiro, até então tido como a mais sólida, estável e duradoura experiência de governo na América Latina, com 67 anos de história, desabara na manhã de quinze de novembro. O austero e admirado imperador Pedro II, um dos homens mais cultos da época, que ocupara o trono por quase meio século, fora obrigado a sair do país junto com toda a família imperial. Vivia agora exilado na Europa, banido para sempre do solo em que nascera. Enquanto isso, os destinos do novo regime estavam nas mãos de um marechal já idoso e bastante doente, o alagoano Manoel Deodoro da Fonseca, considerado até então um monarquista convicto e amigo do imperador deposto.
         Essas e outras histórias surpreendentes estão 1889, o novo livro do premiado escritor Laurentino Gomes. A obra, que trata da Proclamação da República, fecha uma trilogia iniciada com 1808, sobre a fuga da corte portuguesa de Dom João para Rio de Janeiro, e continuada com 1822, sobre a Independência do Brasil. Somados, os dois livros venderam mais de 1,5 milhão de exemplares no Brasil e ganharam quatro prêmios Jabuti, o mais prestigiado da literatura brasileira. Com 24 capítulos e ricamente ilustrado, 1889 contribui para a compreensão de um dos períodos mais controversos da história do país, em um relato cativante que explica não só os acontecimentos que levaram à queda da monarquia, em 1889, mas também outros episódios importantes da história brasileira como a Guerra do Paraguai e o movimento abolicionista.


    Sobre o autor


          Laurentino formou-se em Jornalismo pela Universidade Federal do Paraná, possui pós-graduação em Administração de Empresas pela Universidade de São Paulo e fez cursos tanto na Universidade de Cambridge como na Universidade de Vanderbilt. Trabalhou como repórter e editor para vários órgãos de comunicação do Brasil, incluindo o jornal O Estado de S. Paulo e a revista Veja.

         Laurentino nasceu em Água Boa-Paiçandu, no Paraná, e tornou-se famoso como escritor graças à sua autoria do best-seller 1808. Em 2008, o livro recebeu o prêmio de melhor ensaio da Academia Brasileira de Letras e da 53ª edição do Prêmio Jabuti de Literatura na categoria de livro-reportagem e de "livro do ano" da categoria de não-ficção. Em 2008, a Revista Época elegeu Laurentino uma das 100 pessoas mais influentes do ano, pelo mérito de conseguir vender mais de meio milhão de exemplares de livro de história do Brasil.

          Em maio de 2015, anunciou uma nova trilogia, que abordará a escravidão no Brasil. O primeiro dos três livros deverá ser lançado em 2019, e o último, em 2022.

    Gostaria de saber mais sobre o autor e suas obras? Clique AQUI para acessar seu website e AQUI para acessar seu blog.


    Resenha e opinião

         Dando sequência aos acontecimentos elucidados em “1808” e “1822”, Laurentino Gomes, neste último volume, leva o leitor a enredar junto aos variados personagens históricos que fizeram parte da Proclamação da Republica, ocorrida em 15 de novembro de 1889.

         A obra evidencia os fatos que ensejaram a queda da monarquia, com argumentos construídos através da revisão de todo o reinado de dom Pedro II. Entre os aspectos interessantes destacados no livro estão a sustentação política e a abolição da escravatura. Também está presente a abordagem dos primeiros anos da República, período conturbado pouco discutido nos livros convencionais ou didáticos de história.

         O autor, novamente, escreveu a obra de maneira leve, simples e divertida de ler, conduzindo o leitor de forma que o faz conhecer os fatos de maneira aprofundada, preocupando-se em relatar acontecimentos históricos mundias relevantes, como a invenção do telefone por Alexander Graham Bell.



    Quotes

    "Cápsula de tempo preservada na serra fluminense, Petrópolis é testemunha de uma miragem histórica." - Pág. 93

    "O impacto da teoria de Darwin não ficou restrito ao campo da biologia. Na filosofia, na política e na economia pensadores como Herbert Spencer e Karl Marx acreditavam que as premissas da evolução pela seleção natural eram aplicáveis também às ciências sociais e econômicas." - Pág. 143

    "Nos dias ensolarados e sem neblina do rio de Janeiro, toda vez que os aviões fazem a aproximação do aeroporto Santos Dumont a partir da ponte Rio-Niterói, os passageiros têm oportunidade de contemplar um marco da queda do Império brasileiro." - Pág. 261


    Capa e diagramação

         A obra possui capa apresentando uma pequena imagem do Marechal Deodoro da Fonseca na parte inferior. A diagramação é simples, com páginas amarelas. O livro é repleto de gravuras, imagens e ilustrações intercaladas com a narrativa. Os capítulos são longos, iniciando-se na página seguinte ao encerramento do capítulo anterior.


    Outras Capas

     



    A Trilogia: 

    1 - 1808

    2 - 1822

    3 - 1889





    →Os preços variam entre R$20,72 e R$36,82←


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    15 dezembro 2015

    Dica de Leitura: 1822 - Laurentino Gomes (2º Volume da Trilogia)


    Leitura Concluída em 05 de maio de 2015

    Ficha Técnica

    Obra: 1822

    Autor: Laurentino Gomes

    Editora: Nova Fronteira

    Ano: 2010

    ISBN: 9788520924099

    Trilogia: Volume #02

    Número de Páginas: 352

    Avaliação: 





    Sinopse

         Um livro que desvenda os acontecimentos históricos com uma metodologia sem falhar e que se lê com um sorriso nos lábios. O livro 1822 pretende mostrar que país era este que a corte de D. João deixava para trás ao retornar a Lisboa, em 1821. Vai falar do Grito do Ipiranga, das enormes dificuldades do Primeiro Reinado, da abdicação de D. Pedro, em 1831, sua volta a Portugal para enfrentar o irmão, D. Miguel, que havia usurpado o trono, e a morte em 1834.


    Sobre o autor


          Laurentino formou-se em Jornalismo pela Universidade Federal do Paraná, possui pós-graduação em Administração de Empresas pela Universidade de São Paulo e fez cursos tanto na Universidade de Cambridge como na Universidade de Vanderbilt. Trabalhou como repórter e editor para vários órgãos de comunicação do Brasil, incluindo o jornal O Estado de S. Paulo e a revista Veja.

         Laurentino nasceu em Água Boa-Paiçandu, no Paraná, e tornou-se famoso como escritor graças à sua autoria do best-seller 1808. Em 2008, o livro recebeu o prêmio de melhor ensaio da Academia Brasileira de Letras e da 53ª edição do Prêmio Jabuti de Literatura na categoria de livro-reportagem e de "livro do ano" da categoria de não-ficção. Em 2008, a Revista Época elegeu Laurentino uma das 100 pessoas mais influentes do ano, pelo mérito de conseguir vender mais de meio milhão de exemplares de livro de história do Brasil.

          Em maio de 2015, anunciou uma nova trilogia, que abordará a escravidão no Brasil. O primeiro dos três livros deverá ser lançado em 2019, e o último, em 2022.

    Gostaria de saber mais sobre o autor e suas obras? Clique AQUI para acessar seu website e AQUI para acessar seu blog.


    Resenha e opinião

         Com "1822", Laurentino Gomes traz, novamente, fatos históricos bem embasados, retratando os momentos importantes do país. Neste volume é evidenciada a forma como a corte de D. João VI deixou o Brasil ao retornar a Portugal em 1821, relatando as dificuldades do Primeiro Reinado até a abdicação em 1831Na realidade, o ano de 1822 pode representar um data marcante para os destinos do Brasil, mesmo que ainda governado por um soberano português e sujeitando-se à dependência econômica da Inglaterra.

         O autor reforça sua intenção de contar a história de forma sutil, fácil e dinâmica aos olhos do leitor. Sua forma de narrar os fatos e acontecimentos desperta interesse, gerando a democratização da História. O livro resgata personagens históricos, tais como: D.Pedro I, José Bonifácio, a imperatriz Leopoldina, Marquesa de Santos e o escocês Lord Cochrane, almirante da Coroa Britânica, que posteriormente virou mestre dos mares, mercenário e corsário - ate hoje odiado no Maranhão por ter saqueado São Luís, o "escocês louco por dinheiro", reverenciado pela Royal Navy como um dos 12 principais navegadores ingleses de todos os tempos.

         Na obra, quem surge com ares de herói nacional é D. Pedro, que foi rei e imperador, desposando uma princesa de Habsburgo, proclamando a independência, vencendo uma guerra civil e deixando seus filhos reinando no Novo e no Velho Mundo ao abdicar as coroas. Morreu bastante jovem, mas ajudou na mudança do mundo em sua curta trajetória. A bem da verdade, todo o contexto é retratado de forma fácil e dinâmica, não enfatizando apenas o tema "Independência", levando ao leitor um panorama dos diversos fatores que motivaram a separação entre Brasil e Portugal.


    Quotes

    "As divergências regionais e as tensões sociais foram sufocadas à custa de guerras, prisões, exílios e perseguições. Foi esse o caminho longo e penoso, repleto de incertezas, sangue e sofrimento, que o Brasil trilhou para assegurar a sua independência." - Pág. 66

    "Brasileiros e portugueses que hoje se encontram nas padarias de São Paulo, tomam cerveja juntos nas praias de Natal e Fortaleza, confraternizam no jogo do Vasco da Gama no Rio de Janeiro ou se encantam com as mesmas telenovelas e minisséries de TV transmitidas nas duas margens do Atlântico não fazem ideia do clima de ódio e confronto que envolveu esses dois povos no ano da Independência do Brasil." - Pág. 162

    "É um passivo que, a rigor, o Brasil carrega até hoje." - Pág. 259


    Capa e diagramação

         A obra possui capa apresentando uma pequena imagem de D. Pedro I na parte inferior. A diagramação é simples, com páginas amarelas. O livro é repleto de gravuras, imagens e ilustrações intercaladas com a narrativa. Os capítulos são longos, iniciando-se na página seguinte ao encerramento do capítulo anterior.


    Outras Capas



    A Trilogia: 

    1 - 1808

    2 - 1822

    3 - 1889



    Onde Comprar: Editora Planeta | Submarino | Saraiva | Americanas | Extra | Ponto Frio | Livraria da Folha | Livraria Cultura | Amazon | Fnac | Casas Bahia | Livraria da Travessa | Walmart


    →Os preços variam entre R$18,32 e R$44,90←


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    10 dezembro 2015

    Dica de Leitura: 1808 - Laurentino Gomes (1º Volume da Trilogia)


    Leitura Concluída em 27 de abril de 2015

    Ficha Técnica

    Obra: 1808

    Autor: Laurentino Gomes

    Editora: Planeta

    Ano: 2007

    ISBN: 9788576653202

    Trilogia: Volume #01

    Número de Páginas: 368

    Avaliação:





    Sinopse

         O propósito deste livro, resultado de dez anos de investigação jornalística, é resgatar e contar a história da corte lusitana no Brasil e tentar devolver seus protagonistas à dimensão mais correta possível dos papéis que desempenharam duzentos anos atrás. '1808 - Como uma rainha louca, um príncipe medroso e uma corte corrupta enganaram Napoleão e mudaram a História de Portugal e do Brasil' é o relato sobre um dos principais momentos históricos brasileiros.


    Sobre o autor

         Laurentino formou-se em Jornalismo pela Universidade Federal do Paraná, possui pós-graduação em Administração de Empresas pela Universidade de São Paulo e fez cursos tanto na Universidade de Cambridge como na Universidade de Vanderbilt. Trabalhou como repórter e editor para vários órgãos de comunicação do Brasil, incluindo o jornal O Estado de S. Paulo e a revista Veja.

         Laurentino nasceu em Água Boa-Paiçandu, no Paraná, e tornou-se famoso como escritor graças à sua autoria do best-seller 1808. Em 2008, o livro recebeu o prêmio de melhor ensaio da Academia Brasileira de Letras e da 53ª edição do Prêmio Jabuti de Literatura na categoria de livro-reportagem e de "livro do ano" da categoria de não-ficção. Em 2008, a Revista Época elegeu Laurentino uma das 100 pessoas mais influentes do ano, pelo mérito de conseguir vender mais de meio milhão de exemplares de livro de história do Brasil.

         Em maio de 2015, anunciou uma nova trilogia, que abordará a escravidão no Brasil. O primeiro dos três livros deverá ser lançado em 2019, e o último, em 2022.

    Gostaria de saber mais sobre o autor e suas obras? Clique AQUI para acessar seu website e AQUI para acessar seu blog.


    Resenha e opinião

         "1808" narra os acontecimentos que envolveram a chegada da Família Real Portuguesa no Brasil, de forma clara, agradável e divertida. A obra é composta por fatos e relatos retirados de cartas escritas por cidadãos portugueses e brasileiros que viveram nessa época.

         A obra não se trata de um livro didático ou acadêmico, não sendo indicado para pesquisa ou estudo. Talvez esse seja o motivo que o torne interessante até mesmo para aqueles que pouco ou nada se interessam pela História do Brasil. Aliás, segundo o próprio autor, “o objetivo deste livro é tornar um pedaço da história brasileira mais acessível para leitores interessados em acontecimentos históricos mas com dificuldade em entender uma linguagem acadêmica (evidentemente rebuscada e de difícil compreensão)”.

         O livro é escrito em linguagem jornalística, mostrando a riqueza histórica do país, relatando detalhes do período compreendido entre 1807, com a fuga da família real portuguesa para o Brasil, e 1821, com o retorno da corte a Portugal. Nesta época a rainha de Portugal, D. Maria I, era considerada louca, e não poderia assumir o trono. Tendo o seu filho mais velho D. José falecido aos 27 anos, quem assumiu o trono foi D. João, como Príncipe Regente. Ele era um homem medroso, indeciso e influenciável.

         Através da leitura de "1808" somos capazes de entender a atual situação do país, que no passado sofreu com injustiças, em especial as praticadas contra os negros, e com a falta de preparo para a recepção da corte, tendo em vista a escassez de moradias, o que levou a nobreza de Portugal a simplesmente expulsar as famílias humildes de suas casas.

        De forma bem humorada, o livro aborda os excessos da realeza, suas peculiaridades e absurdos, apresentando a nós, leitores, um pouco da história de nossas origens, com uma obra prazerosa e rica em informações.


    Quotes

    "A corte portuguesa levou quase três meses e meio para chegar ao Rio de Janeiro, com escala de cinco semanas em Salvador." - Pág. 83

    "Nos livros, crônicas e filmes que inspirou, Carlota Joaquina aparece como uma esposa infiel e uma mulher feia, maquiavélica e infeliz. Há suspeitas, mas nenhuma comprovação, de que realmente tenha sido infiel. Feia, maquiavélica e infeliz, com certeza foi." - Pág. 157

    "Pode-se dizer que, a esta altura, nem tudo cheirava bem na corte do Rio de Janeiro. Mas este nem de longe era o maior dos problemas." - Pág. 264


    Capa e diagramação

         A obra possui capa apresentando uma pequena imagem de D. João VI no centro. A diagramação é simples, com páginas amarelas. O livro é repleto de gravuras, imagens e ilustrações intercaladas com a narrativa. Os capítulos são longos, iniciando-se na página seguinte ao encerramento do capítulo anterior.


    Outras Capas

    Livro - 1808 - Edição Juvenil Ilustrada - Laurentino Gomes




    A Trilogia: 


    1 - 1808

    2 - 1822

    3 - 1889



    Onde Comprar: Editora Planeta | Submarino | Saraiva | Americanas | Extra | Ponto Frio | Livraria da Folha | Livraria Cultura | Amazon | Fnac | Casas Bahia | Livraria da Travessa | Walmart


    →Os preços variam entre R$15,90 e R$39,90←


    → Mais informações sobre a obra no Skoob.


    13 novembro 2015

    Dica de Leitura: Deus Foi Almoçar - Ferréz


    Leitura Concluída em 2013
     
    Ficha Técnica
     
    Obra: Deus Foi Almoçar
     
    Autor: Ferréz
     
    Editora: Planeta
     
    Ano: 2012
     
    ISBN: 9788576658894
     
    Número de Páginas: 240
     
     
     
     
     
     
    Sinopse
     
         Trata-se de um romance que relata a crise entre um casal, Calixto e Carol, que se separam logo após o nascimento de sua filha. Com a separação, Calixto passa a observar o cotidiano das pessoas à sua volta e se depara com inúmeras dificuldades, como a mesmice da vida classe média e as dificuldades de se envolver com outra mulher depois do fim de seu casamento. Leia um trecho do livro.
     
     
    Sobre o autor
     
          Ferréz nasceu no Capão Redondo, região periférica da cidade de São Paulo, onde mora com a mulher e a filha. Começou a escrever aos 12 anos de idade. Antes de se dedicar exclusivamente à literatura, trabalhou como balconista, auxiliar-geral e arquivista, assim como o personagem Calixto. Apelidado pelos leitores de “romancista da traição”, já teve seus livros publicados na Itália, Alemanha, Portugal, Espanha e Estados Unidos. Deus foi almoçar é o seu primeiro lançamento pela Editora Planeta. Conheça seu website.
     
     
    Booktrailer
     
     
     
    Vídeo relacionado
     
    (Entrevista com o autor sobre a obra - Catraca Livre)
     
     
     
    Resenha e opinião
     
         Calixto é um homem comum, como qualquer cidadão: acorda cedo para cumprir com suas obrigações do cotidiano, e, à noite, volta pra casa, onde encontra sua mulher e sua filhinha. No entanto, sua vida começa a não fazer mais sentido. Calixto não sabe como reagir. Homem de meia idade, acabou separando-se da esposa por conta de erros rotineiros e, por esse motivo, lidando com a ausência de sua filha e divagando em aventuras sexuais frustradas. É obcecado por sua vizinha, e seu círculo de contatos se resume a lembranças de Melinda (uma mulher com quem se envolve), telefonemas com seu único amigo Lourival e formalidades com Hamilton, seu colega no trabalho burocrático e enfadonho como arquivista. Tudo isso faz parecer que a obra é muito interessante. Mas não o é.
    "Sou vestido de carne e deve ser um padrão pelo tanto de seres que encontro na rua." - Pág. 32

         Ferréz desenvolve a história de Calixto por fragmentos dos acontecimentos de sua vida. A obra não possui linearidade, demonstrando o turbilhão de emoções que cercam o personagem. Ele é apresentado como um homem abandonado por tudo e por todos, até mesmo por Deus, usufruindo apenas da companhia de uma televisão.
    "Abriu os olhos, a TV estava ligada, a luz o irritava ainda mais, será que tinha entrado no portal? Por que tudo havia se misturado? Ou havia somente sonhado?" - pág; 97
         A obra é confusa e, sinceramente, a leitura não me agradou nem um pouco. Na realidade, essa é a primeira vez que julgo um livro que li como ruim. É difícil de entender a mensagem que o autor tenta transmitir, e, por diversas vezes durante a leitura, senti como se ele estivesse simplesmente escrevendo informações aleatórias sem sentido entre si, a fim de criar um enredo que acabou não sendo construído. Mas essa é a minha opinião. Pode ser que outros leitores o considerem um livro agradável e interessante. Particularmente recomendo a leitura somente para que conheçam, mas sem que criem expectativas, pois, para mim, a obra foi decepcionante. Ressalto, todavia, que essa é a minha opinião a respeito do livro, e essa opinião pode não corresponder às dos demais leitores.
    "Corpos passam em motos, corpos passam em carros, com muitos corpos se faz a massa, é o que define Calixto, que não sabe mais o que daria rumo na sua vida." - Pág. 165

     
    Capa e diagramação
     
         A obra possui capa apresentando a imagem de um cômodo com uma TV no chão, que, embora desligada da tomada, a imagem na sua tela é de um canal fora de sintonia. Diagramação simples, com páginas amarelas. Os capítulos são curtos, iniciando-se na página seguinte à de encerramento do capítulo anterior.
     
     
     
    Avaliação: (Ruim)
     
     
     
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    Deus Foi Almoçar: Submarino| Saraiva| Americanas
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