• Categoria: Ediouro
  • 18 dezembro 2015

    Dica de Leitura: As Mil e Uma Noites - Apresentação de Malba Tahan (Volumes 1 e 2)

    Leitura Concluída em 2009

    Ficha Técnica


    Obra: As Mil e Uma Noites ( Título Original: Alf laylah wa laylah)

    Autor: Antoine Galland

    Apresentação: Malba Tahan

    Editora: Ediouro

    Ano da edição: 2002

    ISBN: 85-0000-808-3 (Vol. I) e 85-0000-809-1 (Vol. II)

    Número de Páginas: 544 (Vol. I) e 544 (Vol. II)

    Avaliação:


    Sinopse

         Com apresentação de Malba Tahan, um dos mais respeitados contadores de histórias do universo oriental, o livro reúne contos exóticos e personagens misteriosos, como 'Ali Babá e os Quarenta Ladrões' e 'Aladim e a Lâmpada Maravilhosa' , que já inspiraram um grande número de adaptações para o teatro e cinema e expressam toda a poesia e deslumbramento do mundo árabe. A versão adotada foi a de Antoine Galland, a mais conhecida no Ocidente, que, pela sua qualidade, foi traduzida para todos os idiomas. Galland selecionou as lendas mais curiosas e de enredo mais palpitante, que mostram a vida em toda a sua maravilhosa diversidade. São contos de aventuras de cavalaria e guerra, histórias de amor e intriga de namorados, romances de viagens, lendas cheias de crueldades, cenas de zombaria, histórias de erudição e muito mais.


    Sobre o autor

        Antoine Galland, que nasceu em 1646 e viveu até 1715, foi um escritor e orientalista francês, especialista em manuscritos antigos, línguas orientais e moedas. Galland é mais conhecido por ser o primeiro tradutor europeu de As Mil e Uma Noites, o clássico da literatura árabe, publicado em francês entre 1704 e 1717.
         Galland nasceu na Picardia de uma família camponesa humilde. Bom estudante, entrou em 1661 no Colégio de Plessis, em Paris, onde aprendeu a língua árabe. Em 1670 tornou-se secretário do marquês de Nointel, embaixador do rei Luís XIV junto ao Império Otomano. Nessa condição visitou Constantinopla, Grécia, Síria e Palestina, colecionando manuscritos e outros objetos. Sua última viagem ao Oriente ocorreu no período entre 1678 e 1688. 
         Em 1704 começou a publicar os volumes do que seria sua maior obra, As Mil e Uma Noites, baseado num manuscrito sírio do século XIV. Até 1706 já havia publicado seis volumes, que alcançaram grande popularidade. Galland tomou várias liberdades artísticas em sua redação. Por exemplo, As Viagens de Simbad, originalmente um conto avulso, acabou sendo incluído. O mesmo ocorreu com algumas histórias que escutou de Hanna Diab, um contista sírio, como Aladim e a Lâmpada Maravilhosa e Ali Babá e os Quarenta Ladrões: apesar de não existirem em nenhum manuscrito antigo das Mil e Uma Noites, foram também incorporadas por Galland em sua obra. O escritor também modificou grande parte do estilo da narrativa, as falas das personagens e outros aspectos para adaptá-los ao público europeu. Apesar das críticas que recebeu de escritores e estudiosos posteriores, sua versão é a mais célebre e tornou-se um dos fundamentos da literatura ocidental.


    Sobre Malba Tahan

         Julio Cesar de Mello e Souza nasceu no Rio de Janeiro em 6 de maio de 1895, e viveu até 1974. É mais conhecido como Malba Tahan. Foi um professor, educador, pedagogo, conferencista, matemático e escritor do modernismo brasileiro, e um dos maiores divulgadores da matemática do Brasil. Viveu quase toda sua infância na cidade paulista de Queluz. Suas obras focavam no didatismo para ensinar a matemática de uma forma divertida e diferente, fugindo do tradicional modelo que utiliza fórmulas já determinadas. O autor colocava desafios matemáticos nos livros, aguçando a criatividade e incentivando a descoberta. Seu livro mais conhecido, O Homem que Calculava, é uma coleção de problemas e curiosidades matemáticas apresentada sob a forma de narrativa das aventuras de um calculista persa à maneira dos contos de Mil e Uma Noites.
         Quando Julio Cesar criou o pseudônimo Malba Tahan, não queria apenas criar um pseudônimo, mas fazer com que ele parecesse real, como se houvesse realmente existido uma pessoa com esse nome, uma mistificação literária. Passou então a estudar a cultura e a língua árabes, para que pudesse inventar a biografia de Malba Tahan e para que seus contos árabes fossem convincentes em termos de estilo, linguagem e ambientação.


    Resenha e opinião

         "As Mil e Uma Noites", obra apresentada por Malba Tahan, possui dois volumes. Esta edição é uma versão elaborada pelo orientalista Antoine Galland que ficou famoso por fazer a tradução para o francês dos famosos contos árabes e orientais em 1704.

         Os dois volumes são compostos pelos contos narrados por Sherazade, esposa do sultão Shariar, que enlouqueceu ao ser traído pela sua primeira mulher, que sempre dormia com um escravo quando Shariar viajava. Ao descobrir a traição, o sultão matou sua esposa e o escravo, convencendo-se, então, de que nenhuma mulher era digna de confiança, e que todas mereciam ser punidas. Ele passou a desposar uma mulher diferente a cada noite, mandando matá-la pela manhã. Sherazade, filha do vizir, oferece-se para se casar com Shariar, mesmo contra a vontade do pai.

         A magia da obra começa a partir daí. Sherazade combina com sua irmã que lhe peça, na presença do sultão, que conte uma história. A história contada é interrompida ao amanhecer. Shariar, contudo, extremamente curioso, implora para que o final seja revelado. A sultana, usando de muita sagacidade, avisa que só contará o desfecho quando chegar a noite. Assim, sua morte é adiada durante muitas noites, tendo em vista que, em cada uma delas, ela conta uma história diferente, todas capazes de prender totalmente a atenção de Shariar.

         A obra é recheada de magia e cada conto narrado é muito envolvente. "As Mil e Uma Noites" é capaz de fazer o leitor perder noites de sono, assim como o sultão, tendo em vista que cada página e cada história é suscetível de deixar uma reticência, um "gostinho de quero mais".


    Mais informações

         "As Mil e Uma Noites", ou "O Livro das Mil e Uma Noites", é uma coleção de histórias e contos populares originárias do Médio Oriente e do sul da Ásia e compiladas em língua árabe a partir do século IX. No mundo ocidental, a obra passou a ser amplamente conhecida a partir de uma tradução para o francês realizada em 1704 pelo orientalista Antoine Galland, transformando-se num clássico da literatura mundial.

         As histórias que compõe tem várias origens, incluindo o folclore indiano, persa e árabe. Não existe uma versão definida da obra, uma vez que os antigos manuscritos árabes diferem no número e no conjunto de contos. O que é invariável nas distintas versões é que os contos estão organizados como uma série de histórias em cadeia narrados por Sherazade, esposa do rei Shariar. Este rei, louco por haver sido traído por sua primeira esposa, desposa uma noiva diferente todas as noites, mandando matá-las na manhã seguinte. Sherazade consegue escapar a esse destino contando histórias maravilhosas sobre diversos temas que captam a curiosidade do rei. Ao amanhecer, Sherazade interrompe cada conto para continuá-lo na noite seguinte, o que a mantém viva ao longo de várias noites, ao fim das quais o rei já se arrependeu de seu comportamento e desistiu de executá-la.

         A mais antiga menção a um livro árabe das Mil e uma noites é um fragmento de um manuscrito do início do século IX em que se lê o título da obra e algumas linhas iniciais, em que Duniazade pede a um narrador não especificado que conte uma história. Mais dados sobre a existência deste livro e sua origem encontram-se nos escritos do historiador Al-Masudi, que se refere a uma coleção de contos fantasiosos traduzidos do persa, sânscrito e grego. 

         Os contos que compõe a história são de diversas origens e foram sendo acrescentados e suprimidos ao longo da história da obra, sendo alguns possivelmente originários da Índia, outros da Pérsia e outros do mundo árabe. As mais antigas referências à obra não mencionam quais contos compunham a coleção e, uma vez que os manuscritos com contos que chegaram até a atualidade são já do século XV, é hoje impossível saber quais eram os contos que compunham as primeiras versões.

         Os estudiosos acreditam que os manuscritos que existem atualmente são derivados de reelaborações realizadas entre os séculos XIII e XIV no Médio Oriente, à época dominado pelos mamelucos. O mais famoso e um dos mais completos e antigos dos manuscritos é o utilizado por Antoine Galland para sua tradução publicada em 1704. Este manuscrito em três volumes, originário da Síria e conservado hoje na Biblioteca Nacional de Paris, data de meados do século XV (alguns pensam que é do século XIV) e contém um total de 282 noites. Há ainda um pequeno grupo de manuscritos relacionados a este aos quais se dá o nome de ramo sírio dos manuscritos, todos terminando na noite 282 e deixando incompleto o Conto do Príncipe Camaralzaman e da Princesa Budura. Um grupo de manuscritos mais recente, e diferentes linguisticamente do ramo sírio, foi compilado entre os séculos XVII e XVIII e constitui o chamado ramo egípcio, por serem em sua maioria provenientes desta região. Estes manuscritos, compilados em parte para atender à demanda europeia após o êxito da obra de Galland, chegou ao número de noites do título, ou seja, mil e uma.
    (Fonte: Wikipédia).


    Quotes

    "Sherazade se calou. Quanto a Shariar, ele se levantou, ansioso em saber por que aquele jovem tinha sido abandonado numa ilha deserta." - Pág. 168 (Vol. I)

    "O dia, que a sultana Sherazade viu aparecer naquele instante, obrigou-a a se calar." - Pág. 47 (Vol. II)

    "A sultana da Índia, mal terminou a história do príncipe Zein Alasna, pediu permissão para iniciar outra, o que Shahriar lhe concedeu para a próxima noite, porém, visto que o dia não tardaria em surgir." - Pág. 195 (Vol. II)

    "Sherazade se atirou aos seus pés, numa prova de reconhecimento." - Pág. 539 (Vol. II)


    Capa e diagramação

         Os dois volumes possuem bela capa, com um desenho que se assemelha à textura de um tapete persa, remetendo-nos à cultura da Índia. A obra é dividida pelos dias em que Sherazade vai contando as histórias ao sultão. Capa parte varia entre curtas e médias, e se iniciam na mesma página do encerramento da parte anterior. Diagramação simples, com páginas amarelas.


    Novas Capas

    BOX AS MIL E UMA NOITES





    →Os preços variam entre R$49,90 e R$99,90←


    → Mais informações sobre a obra no Skoob:
    Volume I (Capa Antiga) | (Capa Nova)
    Volume II (Capa Antiga) | (Capa Nova)

    14 novembro 2015

    Dica de Leitura: A Arte de Correr na Chuva - Garth Stein


    Leitura Concluída em 2009
     
    Ficha Técnica
     
    Obra: A Arte de Correr na Chuva (Título Original: The Art of Racing in the Rain)
     
    Autor: Garth Stein (Tradução: Elvira Serapicos)
     
    Editora: Ediouro
     
    Ano: 2008
     
    ISBN: 9788500022562
     
    Número de Páginas: 304
     
     
     
     
     
    Sinopse
     
        Enzo sabe que é diferente dos outros cachorros - um filósofo com alma humana. Ele foi educado assistindo aos programas do canal National Geographic e ouvindo todos os conselhos de seu mestre e dono, Denny Swift, um piloto de corridas. Por causa de Denny, Enzo adquiriu uma grande percepção da condição humana e aprendeu a administrar a vida como em uma corrida de Fórmula 1, onde nem sempre a velocidade é a melhor estratégia. Às vésperas de sua morte, Enzo faz uma retrospectiva de sua vida, relembrando tudo o que ele e a família passaram - os sacrifícios que Denny fez para ser bem-sucedido profissionalmente; a perda inesperada de Eve, a esposa de Denny; a batalha do dono para conseguir a guarda da filha, a quem os avós maternos fizeram de tudo para conseguir a custódia... 'A Arte de Correr na Chuva' é um livro modelado nos desejos e absurdos da vida humana. É uma emocionante história de amor, profundamente divertida e alegre, que cativa a todos.
     
     
    Sobre o autor
     
         Garth Stein nasceu em Los Angeles. Depois de ter passado a infância em Seattle e vivido em Nova York durante dezoito anos, retornou a Seattle, onde vive com a família e o cão, Comet. Bacharel e mestre em belas-artes pela Columbia University, trabalhou como documentarista por muitos anos. Também dirigiu, produziu e coproduziu filmes, muitos dos quais foram premiados. Além de seus filmes, Stein assumiu a escrita criativa. Ao mesmo tempo, ele ensinava a escrita criativa no Tacoma School of the Arts. Ele também publicou três livros e um jogo, "O Irmão Jones", que foi produzido em Los Angeles, Califórnia, em 2005. Seu primeiro romance publicado foi: "Raven Roubou a Lua", (Editora Pocket, 1998). Seu segundo romance, "Como Evan Quebrou a Cabeça e Outros Segredos" (Editora Soho Press, 2005), foi selecionado como um Pick BookSense e ganhou um prêmio da Pacific Northwest Booksellers Association Award. Conheça seu website.
     
     
    Booktrailer (legendado)
     
     
     
    Resenha e opinião
     
         Este é, sem dúvida, um dos melhores livros que já li e um dos responsáveis pelo amor que sinto pela leitura!
         "A Arte de Correr na Chuva" tornou-se um best-seller do New York Times e se manteve na lista de mais vendidos durante 40 semanas. A Universal Pictures adquiriu os direitos do livro em Julho de 2009 para a criação de um filme, que seria interpretado por Patrick Dempsey, mas o projeto, infelizmente, não conseguiu um diretor.
    "Estou velho. E, embora esteja em condições de ficar ainda mais velho, não é assim que desejo ir embora." - Pág. 9
         Em "A Arte de Correr na Chuva" conhecemos o cão Enzo, que é fã de corridas e tem alma de piloto. Ele é dono de uma inteligência extraordinária, é sensível, tem ideias ótimas e conhecimento sobre várias coisas. Foi criado assistindo a canais como National Geographic, e aprendeu muito dessa forma. Sabe tudo sobre corridas, e seu maior ídolo é Ayrton Senna. A obra nos mostra todo o relacionamento de Enzo e Denny, seu dono. Eles são companheiros e amigos, e mesmo quando Denny arranja uma namorada e não pode se dedicar integralmente a Enzo, eles não desistem um do outro.
    "Nem todos os cães voltam como homens, eles dizem; só os que estão preparados. Estou preparado." - Pág. 99
         Enzo é o narrador da história, contando, nos dias que antecedem sua morte, suas lembranças da vida, nos mostrando o ponto de vista de um cachorro sobre assuntos como relacionamentos, atitudes e consequências. 
    "Não existe nada igual. A sensação de velocidade. Nada no mundo se compara." - Pág. 148
         A obra trata de situações cotidianas e corriqueiras, mostrando tudo que nós não somos capazes de observar e entender. Um livro para ser lido e relido, com um enredo belo e enternecedor. "A Arte de Correr na Chuva" deveria ser o livro de cabeceira de todos que amam uma linda história cheia de detalhes sensacionais e comoventes!

    "As mãos são as janelas para a alma do homem." - Pág. 189

     
     
    Capa e diagramação 
     
         A obra possui capa apresentando a imagem do rosto de um cão marrom na parte inferior. Diagramação simples, com páginas amarelas. Os capítulos são curtos, iniciando-se na página seguinte ao encerramento do capítulo anterior. No canto inferior de cada página, ao lado do número dela, há uma pequena ilustração de um cão deitado, em todas as páginas numeradas, e na página anterior ao início de cada capítulo há a imagem de um cão, ora deitado com a cabeça levantada, ora com a cabeça baixa.
     
     
    Capas pelo mundo
     
              
     
     
     
     
     
    Avaliação: (Ótimo)
     
     
     
    Onde Comprar

    A Arte de Correr na Chuva: Livraria Cultura| Livraria da Folha
    Obs: Em ambos o produto está esgotado. As melhores opções para compra desta obra são sebos ou lojas virtuais de livros usados, ou adquiri-lo através de troca pelo Skoob.
     

    Informações sobre a obra no Skoob
     

    11 setembro 2013

    Resenha #14: A Nova Traição de Judas - James Rollins

    Leitura concluída em 11 de setembro de 2013

    Ficha Técnica

    Obra: A Nova Traição de Judas (Título Original: The Judas Strain)

    Autor: James Rollins (Tradução: Marcos José da Cunha e Alexandre Martins)

    Editora: Ediouro

    Ano: 2007

    ISBN: 9788500330179

    Série: Força Sigma (Volume #03 no Brasil, volume #04 originalmente)

    Número de Páginas: 520

    Avaliação:



    Sinopse

         A trilogia Força Sigma se encerra combinando história e ciência com aventura, em uma trama emocionante, na qual uma estranha epidemia irrompe numa pequena ilha do Sudeste Asiático, onde séculos antes Marco Polo perdeu quase toda a sua frota. Os fatos estariam relacionados? Para decifrar este enigma, entra em ação a organização mais secreta do Depto. de Defesa dos EUA.

    02 setembro 2013

    Resenha #13: A Ordem Negra - James Rollins

    Leitura concluída em 02 de setembro de 2013

    Ficha Técnica

    Obra: A Ordem Negra (Título Original: Black Order)

    Autor: James Rollins (Tradução: Marcos José da Cunha)

    Editora: Ediouro

    Ano: 2006

    ISBN: 9788500330735

    Série: Força Sigma (Volume #02 no Brasil, volume #03 originalmente)

    Número de Páginas: 480

    Avaliação:



    Sinopse

         Descendentes de nazistas explodindo um templo no Himalaia, uma estranha criatura mata uma importante cientista e o leilão de uma bíblia que pertencia a Darwin são os ingredientes que se encaixam como um quebra-cabeça neste segundo volume da trilogia Força Sigma. Combinando acontecimentos históricos e o suspense dos melhores thrillers, "A ordem negra" traz uma narrativa de tirar o fôlego.

    20 agosto 2013

    Resenha #12: O Mapa dos Ossos - James Rollins

    Leitura concluída em 20 de agosto de 2013

    Ficha Técnica

    Obra: O Mapa dos Ossos (Título Original: Map of Bones)

    Autor: James Rollins (Tradução: Marcos José da Cunha)

    Editora: Ediouro

    Ano: 2005

    ISBN: 85-00-01773-2

    Série: Força Sigma (Volume #01 no Brasil, volume #02 originalmente)

    Número de Páginas: 496

    Avaliação:


    Sinopse

         Um grupo de mercenários disfarçados de monges rouba ossos dos Reis Magos e extermina fiéis com hóstias envenenadas. Ao seguir a única pista deixada pelos assassinos "o símbolo de dragão na roupa do líder", a equipe de Gray Pierce se depara com um segredo sagrado há muito perdido e que colocará as chaves do mundo na mão do seu descobridor. É impossível largar esse romance enquanto não terminar a corrida contra o tempo para salvar o planeta de uma fraternidade tão antiga e secreta quanto mortal. 
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