• Categoria: Ayn Rand
  • 01 novembro 2015

    Dica de Leitura: A Revolta de Atlas Volume III - Ayn Rand


    Leitura Concluída em 20 de março de 2015.
     
     
    Ficha Técnica
     
     

    Obra: A Revolta de Atlas Volume III (Título Original: Atlas Shrugged Part III)
     
    Autor: Ayn Rand (Tradução: Paulo Henriques Britto)
     
    Editora: Arqueiro
     
    Ano: 1957
    ISBN: 9788599296837
     
    Série: A Revolta de Atlas (Volume #03)
     
    Número de Páginas: 496
     
     
     
     
     
    Sinopse
     
         Na mitologia grega, o titã Atlas recebe de Zeus o castigo eterno de carregar nos ombros o peso dos céus. Neste romance de Ayn Rand, os pensadores, os inovadores e os indivíduos criativos suportam o peso de um mundo decadente enquanto são explorados por parasitas que não reconhecem o valor do trabalho e da produtividade e que se valem da corrupção, da mediocridade e da burocracia para impedir o progresso individual e da sociedade. Mas até quando eles vão aguentar? Leia um trecho do 1º volume em PDF.
     
     
     
     
     
    Sobre a autora
     
         Ayn Rand foi uma escritora, dramaturga, roteirista e controversa filósofa estadunidense de origem judaico-russa, mais conhecida por desenvolver um sistema filosófico chamado de Objetivismo, e por seus romances The Fountainhead ("A Nascente", sendo que o filme é conhecido no Brasil por "Vontade Indômita") e Atlas Shrugged ("A Revolta de Atlas" no Brasil). Nascida e educada na Rússia, Rand imigrou para os Estados Unidos em 1926. Ela trabalhou como roteirista em Hollywood e teve uma peça produzida na Broadway, em 1935-1936. Ela alcançou a fama com seu romance The Fountainhead, publicado em 1943, que em 1957 foi seguido por seu melhor e mais conhecido trabalho, o romance filosófico Atlas Shrugged. Conheça seu website.
     
     
     
     
     
    Resenha e opinião
     
           "A Revolta de Atlas" é um livro de ficção publicado em 1957. Foi lançado no Brasil, a princípio, como "Quem É John Galt?", em 1987, e relançado em 2010 como A" Revolta de Atlas". O título é uma referência a Atlas, o Titã, descrito no livro como "o gigante que mantém o mundo em seus ombros". 

    "Dagny jamais experimentara o prazer de andar como se seus pés não deslocassem peso algum, como se o apoio da bengala fosse apenas um toque de elegância; o prazer de perceber seus pés traçarem linhas rápidas e retas, sentindo a precisão absoluta e espontânea de seus gestos, o prazer que experimentava agora ao colocar comida nos pratos à frente dos dois homens." - pág. 65

         O terceiro volume encerra a narração dos fatos ocorridos na sociedade apresentada nos volumes I e II. Com o misterioso sumiço dos homens que movimentam a economia, o país está em apuros. Aos poucos, todos os personagens virtuosos estão se revoltando e abandonando seu trabalho, suas indústrias e empresas, fugindo para uma ilha desconhecida, liderados por John Galt. Esse acontecimento deixa os governantes abalados, lançando os Estados Unidos à pobreza e ao caos.

    "Foi sua voz, mais do que suas palavras, que o fez parar: uma voz baixa, sem qualquer emoção, como um peso que afunda, e com um tom abafado, como um eco interior, semelhante a uma ameaça." - Pág. 91

         A obra é claramente ligada à ética do capitalismo liberal e da valorização da meritocracia (predomínio, numa sociedade, organização ou grupo, daqueles que têm mais méritos). Entretanto,  se o livro apresenta por um lado a defesa das virtudes liberais, por outro induz  à crença de que todos que estão nas classes mais baixas da sociedade o estão por falta de mérito.
    "A última coisa que sentiu, antes de renunciar à responsabilidade da consciência, foi a sensação de um imenso vazio: o vazio de uma cidade e de um continente onde ela jamais encontraria o homem que não tinha o direito de procurar." - Pág. 177
         A interpretação pode causar, ainda, uma confusão sobre o que é a meritocracia liberal: apresentando os mais talentosos e esforçados como grandes vencedores, a obra deixa implícito que a meritocracia se resume somente a talento e esforço.
    Contudo, o desfecho promove impacto e abalo, dando à trilogia ótimo encerramento, valorizando a leitura.

    "Estive com ele. Compreendo o que você fez. H.R." - Pág. 324

    É importante ressaltar:
    I - "A Revolta de Atlas" é considerado o livro mais influente nos Estados Unidos depois da Bíblia, segundo a Biblioteca do Congresso americano.
    II - O terceiro volume foi adaptado para o cinema americano em 2014, como "A Revolta de Atlas, parte III". O filme foi dirigido por Paul Johansson e apresenta Taylor Schilling como Dagny Taggart e Grant Bowler como Hank Rearden.





    Os personagens


    - Dagny Taggart - personagem principal da trama, é vice-presidente encarregada das operações da Taggart Transcontinental. Dada a incompetência de James Taggart, seu irmão e presidente da companhia, Dagny é responsável por todos os trabalhos da ferrovia.

    - Henry "Hank" Rearden - um dos personagens centrais da obra, é dono da empresa siderúrgica mais importante nos Estados Unidos, e inventa o Metal Rearden, uma liga mais forte que o aço. Mora na Filadélfia com sua esposa, Lillian, seu irmão Filipe e sua mãe idosa.

    - James Taggart - presidente da Taggart Transcontinental e antagonista mais importante do livro. Taggart é incapaz de tomar decisões operacionais por conta própria. Ele conta com a sua irmã, Dagny Taggart, para realmente gerenciar a ferrovia, mas se opõe a ela em quase tudo. Em certo sentido, ele é a antítese de Dagny.


     - Edwin "Eddie" Willers - é o assistente de Dagny, responsável pelas operações na Taggart Transcontinental. Seu pai e seu avô trabalharam para os Taggarts. Ele é completamente leal a Dagny e à Taggart Transcontinental.


     - Francisco d'Anconia - um dos personagens principais da trama, é proprietário por herança da maior companhia de mineração de cobre. É amigo de infância e primeiro amor de Dagny.


     - Wesley Mouch - lobista incompetente e traiçoeiro.




     
     
     
    Capa e diagramação
         A obra possui capa apresentando a imagem da estátua de Atlas carregando o título do livro. Diagramação simples, com páginas amarelas. Os capítulos são bem longos, iniciando-se na página seguinte ao final do capítulo anterior. A leitura pode ser um pouco cansativa devido à formatação da fonte do texto, que possui letras bem pequenas.
     
     
     
     
     
     
    Capas pelo mundo
     
                           










    Avaliação:  (Muito Bom)






    A Trilogia:


    1 - A Revolta de Atlas Volume I



    2 - A Revolta de Atlas Volume II



    3 - A Revolta de Atlas Volume III






    Onde Comprar:

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    Dica de Leitura: A Revolta de Atlas Volume II - Ayn Rand

     
    Leitura Concluída em 22 de fevereiro de 2015.
     
     
    Ficha Técnica
     
     
    Obra: A Revolta de Atlas Volume II (Título Original: Atlas Shrugged Part II)
     
    Autor: Ayn Rand (Tradução: Paulo Henriques Britto)
     
    Editora: Arqueiro
     
    Ano: 1957
     
    ISBN: 9788599296837
     
    Série: A Revolta de Atlas (Volume #02)
     
    Número de Páginas: 384
     
     
     
     
     
    Sinopse
     
         Na mitologia grega, o titã Atlas recebe de Zeus o castigo eterno de carregar nos ombros o peso dos céus. Neste romance de Ayn Rand, os pensadores, os inovadores e os indivíduos criativos suportam o peso de um mundo decadente enquanto são explorados por parasitas que não reconhecem o valor do trabalho e da produtividade e que se valem da corrupção, da mediocridade e da burocracia para impedir o progresso individual e da sociedade. Mas até quando eles vão aguentar? Leia um trecho do 1º volume em PDF.
     
     
     
     
     
     
    Sobre a autora
     
         Ayn Rand foi uma escritora, dramaturga, roteirista e controversa filósofa estadunidense de origem judaico-russa, mais conhecida por desenvolver um sistema filosófico chamado de Objetivismo, e por seus romances The Fountainhead ("A Nascente", sendo que o filme é conhecido no Brasil por "Vontade Indômita") e Atlas Shrugged ("A Revolta de Atlas" no Brasil). Nascida e educada na Rússia, Rand imigrou para os Estados Unidos em 1926. Ela trabalhou como roteirista em Hollywood e teve uma peça produzida na Broadway, em 1935-1936. Ela alcançou a fama com seu romance The Fountainhead, publicado em 1943, que em 1957 foi seguido por seu melhor e mais conhecido trabalho, o romance filosófico Atlas Shrugged. Conheça seu website.
     
     
     
     
     
     
    Resenha e opinião

     

     


          "A Revolta de Atlas" é um livro de ficção publicado em 1957. Foi lançado no Brasil, a princípio, como "Quem É John Galt?", em 1987, e relançado em 2010 como A" Revolta de Atlas". O título é uma referência a Atlas, o Titã, descrito no livro como "o gigante que mantém o mundo em seus ombros".

    "Se eu aceito a superioridade deles no nível material, por que eles não aceitam a minha no plano espiritual? Eles têm cabeça, mas eu tenho coração." - Pág. 61
         O segundo volume continua narrando os fatos ocorridos na sociedade decadente e economicamente fracassada apresentada no volume I. Os empresários e políticos corruptos estão controlando cada vez mais a sociedade, moldando as leis conforme seus interesses.
     "A sua carteira afirma a esperança de que em algum lugar no mundo ao seu redor existam homens que não traem aquele princípio moral que é a origem do dinheiro. É isso que o senhor considera mau?" - pág. 83
         É possível notar uma grande evolução nos personagens, especialmente em Dagny e Rearden, refletindo cada vez mais o ideal de ser humano proposto pela autora. Rand criou os antagonistas de forma consistente, retratando de forma detalhada e realista sua desonestidade, hipocrisia, má-fé, dentre outras características negativas em seus caracteres.
     
    "Você está se tornando uma covarde, pensou Dagny, sentindo um súbito terror sem explicação ao ouvir tais palavras, um terror totalmente desproporcional ao seu significado." - Pág. 115
         Neste volume há, ainda, a transição de governo nos Estados Unidos para um extremamente controlador, que não permite demissões, regulação da economia, contratações extras e monopólio de tecnologia, que gera “prejuízo para o bem comum”. Isso acarreta em pandemônio e crise. Em contrapartida, todos os homens que movimentam a economia do país e do mundo estão sumindo misteriosamente, e Dagny, tentando entender o que está acontecendo, "quebra a cabeça" em busca de respostas, descobrindo que todos os que se foram receberam antes a visita de um enigmático homem, que fuma cigarros que tem o símbolo de um cifrão, a única pista da identidade do mesmo.
     "Em todo o país imperava o silêncio." - Pág. 237
     

    É importante ressaltar:
     
    I - "A Revolta de Atlas" é considerado o livro mais influente nos Estados Unidos depois da Bíblia, segundo a Biblioteca do Congresso americano.
     
    II - O segundo volume foi adaptado para o cinema americano em 2012, como "A Revolta de Atlas, parte II". O filme foi dirigido por Paul Johansson e apresenta Taylor Schilling como Dagny Taggart e Grant Bowler como Hank Rearden.
     
     
     
     
     
     
    Os personagens
     
    - Dagny Taggart - personagem principal da trama, é vice-presidente encarregada das operações da Taggart Transcontinental. Dada a incompetência de James Taggart, seu irmão e presidente da companhia, Dagny é responsável por todos os trabalhos da ferrovia.

    - Henry "Hank" Rearden - um dos personagens centrais da obra, é dono da empresa siderúrgica mais importante nos Estados Unidos, e inventa o Metal Rearden, uma liga mais forte que o aço. Mora na Filadélfia com sua esposa, Lillian, seu irmão Filipe e sua mãe idosa.

    - James Taggart - presidente da Taggart Transcontinental e antagonista mais importante do livro. Taggart é incapaz de tomar decisões operacionais por conta própria. Ele conta com a sua irmã, Dagny Taggart, para realmente gerenciar a ferrovia, mas se opõe a ela em quase tudo. Em certo sentido, ele é a antítese de Dagny.


     - Edwin "Eddie" Willers - é o assistente de Dagny, responsável pelas operações na Taggart Transcontinental. Seu pai e seu avô trabalharam para os Taggarts. Ele é completamente leal a Dagny e à Taggart Transcontinental.


     - Francisco d'Anconia - um dos personagens principais da trama, é proprietário por herança da maior companhia de mineração de cobre. É amigo de infância e primeiro amor de Dagny.


     - Wesley Mouch - lobista incompetente e traiçoeiro.



     
     
     
     
    Capa e diagramação
     
         A obra possui capa apresentando a imagem da estátua de Atlas carregando o título do livro. Diagramação simples, com páginas amarelas. Os capítulos são bem longos, iniciando-se na página seguinte ao final do capítulo anterior. A leitura pode ser um pouco cansativa devido à formatação da fonte do texto, que possui letras bem pequenas.
     
     
     
    Capas pelo mundo
     
                              
     
     
     
     
      
     
     
    Avaliação:  (Bom)
     
     
     
      
     
     
     
    A Trilogia:
     
     
     
     
     
     
     
     
     
     
     
     
      
     
     
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    Dica de Leitura: A Revolta de Atlas Volume I - Ayn Rand

     
    Leitura Concluída em 05 de fevereiro de 2015.
     
     
    Ficha Técnica
     
     
    Obra: A Revolta de Atlas Volume I (Título Original: Atlas Shrugged Part I)
     
    Autor: Ayn Rand (Tradução: Paulo Henriques Britto)
     
    Editora: Arqueiro
     
    Ano: 1957
     
    ISBN: 9788599296837
     
    Série: A Revolta de Atlas (Volume #01)
     
    Número de Páginas: 352
     
     
     
     
     
    Sinopse
     
         Na mitologia grega, o titã Atlas recebe de Zeus o castigo eterno de carregar nos ombros o peso dos céus. Neste romance de Ayn Rand, os pensadores, os inovadores e os indivíduos criativos suportam o peso de um mundo decadente enquanto são explorados por parasitas que não reconhecem o valor do trabalho e da produtividade e que se valem da corrupção, da mediocridade e da burocracia para impedir o progresso individual e da sociedade. Mas até quando eles vão aguentar? Leia um trecho do livro em PDF.
     
     
     
     
     
     
    Sobre a autora
     
         Ayn Rand foi uma escritora, dramaturga, roteirista e controversa filósofa estadunidense de origem judaico-russa, mais conhecida por desenvolver um sistema filosófico chamado de Objetivismo, e por seus romances The Fountainhead ("A Nascente", sendo que o filme é conhecido no Brasil por "Vontade Indômita") e Atlas Shrugged ("A Revolta de Atlas" no Brasil). Nascida e educada na Rússia, Rand imigrou para os Estados Unidos em 1926. Ela trabalhou como roteirista em Hollywood e teve uma peça produzida na Broadway, em 1935-1936. Ela alcançou a fama com seu romance The Fountainhead, publicado em 1943, que em 1957 foi seguido por seu melhor e mais conhecido trabalho, o romance filosófico Atlas Shrugged. Conheça seu website.
     
     
     
     
     
     
    Resenha e opinião
     
         "A Revolta de Atlas" é um livro de ficção publicado em 1957. Foi lançado no Brasil, a princípio, como "Quem É John Galt?", em 1987, e relançado em 2010 como A" Revolta de Atlas". O título é uma referência a Atlas, o Titã, descrito no livro como "o gigante que mantém o mundo em seus ombros". 
    "Quem é John Galt?" - Pág. 11, primeiro parágrafo do livro, e inúmeras outras páginas (é a frase mais dita durante toda a trama).
         O primeiro volume começa a narrar os fatos ocorridos em uma sociedade distópica, decadente e com sua economia em frangalhos, onde quem trabalha duro, fazendo fortuna através de sua competência, é considerado um explorador ganancioso, e em que muitos dos industriais mais importantes e bem sucedidos da sociedade abandonam suas fortunas e a própria nação, em resposta a agressivas regulações do governo, que insiste em taxar e regulamentar os cidadãos produtivos, suas empresas e realizações individuais.
     "Através das secas frases que povoavam seus pensamentos, verificou que havia tempo para sentir algo: a dura e exultante sensação de estar agindo." - Pág. 26
         Os políticos e a elite da época são seguidores da doutrina de que todos devem ter igualdade de oportunidades, e caso você seja destaque, deve desculpar-se por estar ressaltando a falta de capacidade de um ser humano como você. Com esse pensamento, o governo persegue os grandes empresários, limitando suas possibilidades de evolução, taxando-os como pessoas más e gananciosas.
    "Escute, Francisco, isso é um assunto muito sério. É uma catástrofe, uma coisa nunca vista, e ninguém consegue entender o que aconteceu. Eu nem sei o que pensar. Tenho o direito de saber." - Pág. 153 
     

         O tema  principal da obra é o papel da mente do homem na existência, além de explorar temas filosóficos que Ayn Rand posteriormente desenvolveria como Objetivismo. Ao fazer isso, ela expressa a defesa da razão, o individualismo, capitalismo, e as falhas da coerção governamental. "A Revolta de Atlas" recebeu muitas críticas negativas após sua publicação em 1957, mas alcançou popularidade duradoura e consistência de vendas nas décadas seguintes.

     "Se não aconteceu, talvez eu tenha de fazer o que ele não fez, só para confirmar a lenda da família." - Pág. 209
     
    É importante ressaltar:
     
    I - "A Revolta de Atlas" é considerado o livro mais influente nos Estados Unidos depois da Bíblia, segundo a Biblioteca do Congresso americano.
     
    II - O primeiro volume foi adaptado para o cinema americano em 2011, como "A Revolta de Atlas, parte I". Depois de várias propostas e adiamentos por quase 40 anos, o investidor John Aglialoro iniciou a produção em junho de 2010. O filme foi dirigido por Paul Johansson e apresenta Taylor Schilling como Dagny Taggart e Grant Bowler como Hank Rearden.
     
     
     
     
     
     
    Os personagens
     
    - Dagny Taggart - personagem principal da trama, é vice-presidente encarregada das operações da Taggart Transcontinental. Dada a incompetência de James Taggart, seu irmão e presidente da companhia, Dagny é responsável por todos os trabalhos da ferrovia.

    - Henry "Hank" Rearden - um dos personagens centrais da obra, é dono da empresa siderúrgica mais importante nos Estados Unidos, e inventa o Metal Rearden, uma liga mais forte que o aço. Mora na Filadélfia com sua esposa, Lillian, seu irmão Filipe e sua mãe idosa.

    - James Taggart - presidente da Taggart Transcontinental e antagonista mais importante do livro. Taggart é incapaz de tomar decisões operacionais por conta própria. Ele conta com a sua irmã, Dagny Taggart, para realmente gerenciar a ferrovia, mas se opõe a ela em quase tudo. Em certo sentido, ele é a antítese de Dagny.


     - Edwin "Eddie" Willers - é o assistente de Dagny, responsável pelas operações na Taggart Transcontinental. Seu pai e seu avô trabalharam para os Taggarts. Ele é completamente leal a Dagny e à Taggart Transcontinental.


     - Francisco d'Anconia - um dos personagens principais da trama, é proprietário por herança da maior companhia de mineração de cobre. É amigo de infância e primeiro amor de Dagny.


     - Wesley Mouch - lobista incompetente e traiçoeiro.




     
     
    Capa e diagramação
     
         A obra possui capa apresentando a imagem da estátua de Atlas carregando o título do livro. Diagramação simples, com páginas amarelas. Os capítulos são bem longos, iniciando-se na página seguinte ao final do capítulo anterior. A leitura pode ser um pouco cansativa devido à formatação da fonte do texto, que possui letras bem pequenas.
     
     
     
    Capas pelo mundo
     
                           
     
     
     
     
     
     
     
     
    Avaliação:  (Bom)
     
     
     
     
     
     
     
     
    A Trilogia:
     
     
     
     
     
     
     
     
     
     
     
     
     
     
     
     
    Onde Comprar:
     
    A Revolta de Atlas (Trilogia): Submarino | Saraiva | Americanas
     
     
     
     
     
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